terça-feira, 8 de setembro de 2009

A alma em si...


Aproposito quando nós temos tempo um para o outro, a tendência é aumentar ainda mais o que sentimos! Quando o tempo é curto, sentimentos falta constante, quando o tempo é longo essa falta se transforma em algo, fora do comum, do explicável, do que é possível. Há exactamente cinco meses atrás deixei - que por singela esperança de simplesmente amar - que o o próprio sentimento invadisse meu coração. O riso diário então deixou de simplesmente fazer parte de algum tipo forçado e se tornou constante e sincero, é isso que ele faz em mim! Aquele dia, fui o primeira a falar, tentando manter-me concentrado. Corria o risco de ser distraído pelo seu rosto lívido e sublime. Era como tentar vergar um anjo destruidor com um olhar. Possuía de alguma forma esse poder sobre mim, mas contive as palavras severas e deixei as tímidas investirem contra o que tinha em mente, para não parecer de fato tão insistente, confesso que me arrependi muito de não ter dito o que pensara, mas no fim acabou tudo no que eu esperava e deseja incessantemente naquele momento. Era difícil acreditar que eu não imaginara aquilo que me dissera no dia seguinte, e o seu olhar. Talvez se tratasse apenas de um sonho extremamente convincente que eu confundira com a realidade. Esta hipótese era mais provável do que a de que eu o cativava fosse em vão e a que nível fosse. Deixei o tempo mostrar todas as possibilidades, e não demorou mais que três dias para confirmar o que meu coração e minha cabeça já não me deixava esquecer! A sua linguagem corporal tornava claro que não se tratava de um convite aberto a todos, mas sim um pessoal e exageradamente cativo aos meus olhos, deixei então que os visse de forma clara e simples. Essa sempre fora a minha maneira de proceder. Tomar decisões era, para mim, a parte dolorosa, a parte que me afligia, mas, assim que a decisão estava tomada, eu simplesmente levava-a até ao fim – normalmente, sentindo alívio pelo facto de a escolha ter sido feita. Hoje sorriu, ainda sim, na simplicidade da uma exagerada alegria. Como desde o começo, tenho seus olhos no meu coração como alegoria a todas essas sensações.

Te dedico! Obrigado, pelo simples fato de me fazer feliz em cinco meses, onde aprendi a viver!

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