segunda-feira, 28 de junho de 2010

Fotográfia

ao vê-la...

Não sei dizer que sensação foi essa. Talvez o ódio tenha me salvado de sentir ainda mais dor. irônico, bem irônico. Talvez quem sabe, ele não seria minha salvação? Gostaria de poder dizer tudo que estou sentindo, mas poderia parecer um desabafo ciúmento ou quem sabe possesivo mas, não, não é. Só que também não sei o que é. É raiva com saudades que ressultam em lágrimas; são lágrimas com amor que resultam em lembranças; são lembranças com ódio que resultam em desapego; é o desapego com a com a felicidade que resulta em sorriso; sorriso triste e sorriso só. Não ver o sol como antes não tira a certeza de que ele brilha no céu pra você, só pra você. Mas ainda vejo a Lua. Te odeio, não! Eu ainda te amo. Será que consigo ser pra sempre? Ou será que é possivel a dissolução desse sentimento? Talvez. Você é mau, me faz mal. Não você é bem, me protege, me guarda. Eu quem te odeia. Não. Eu te Amo. Ainda. Não, quem sabe o que? Não sei. O ódio não é uma desculpa, tão pouco proteção. O amor quem sabe um dia foi, pra sempre, a nossa salvação.

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