saudades e só.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
domingo, 18 de julho de 2010
Eu nunca disse adeus
Por volta das onze horas da manhã meu celular tocou na cama, fazendo correr uma onda vibratória que me fez despertar. Quando abri, era nada menos do que eu já esperava. Num brotar discreto o sorriso tomou conto do meu rosto e com uma certa dificuldade consegui abrir os olhos, que ficavam um pouco incomodados pelos raios do sol que já invadiam meu quarto pela manhã, substituindo aquele cenário nebuloso dos últimos dias, o sol havia resolvido reaparecer. Fiquei Feliz. Passamos o dia juntos, vimos filme e eu não sabia o que sentir naquele momento, porque afinal eu estava feliz, mas sabia que logo seria o momento de dizer “adeus” e não queria passar por isso de novo, por mais acostumado que eu estava tentando ficar. Era aquela sensação de dor no coração apertado que olhava a cada minuto naquele olhar que gritava solidão e tristeza, mas eu não tinha muito que fazer, estava do meu jeito, e por mais que tentasse não demonstrar isso... O sol foi se pondo leve, e a hora chegou como num piscar de olhos, a tarde havia sido realmente maravilhosa e então fomos até a rodoviária. Pisei naquele asfalto sombreado pelas luzes do poste com certa dificuldade, forçado, não queria caminhar em direção a despedida, e aquela era o único caminho que tínhamos a seguir, no abraçamos durante todo ele, nos beijamos, e enfim chegamos. Sentado e perdido, eu olhava aquele sorriso encantador e ao mesmo tempo triste por ter que ir embora, mas via felicidade no olhar quando lembrava que voltaria em breve, deixei que o momento me levasse até o mais profundo dos sentimentos quer carreguei até hoje e deixei por fim as palavras rolarem: “Fecho os olhos pra não ver passar o tempo. Sinto falta de você.... Anjo bom, amor perfeito no meu peito sem você não sei viver, então vem que eu conto os dias, conto as horas pra te ver eu não consigo te esquecer cada minuto é muito tempo sem você, os segundos vão passando lentamente, não tem hora pra chegar até quando te amando, te querendo meu coração quer te encontrar...” Uma lagrima discreta rolou nos olhos de ambos quando, por fim, terminei. Quando nos demos conta já havia passado os trinta minutos necessários para que o ônibus chegasse, feito. Uma fila se formou na porta do ônibus e esperamos que todos entrassem, quando em direção a motorista para lhe entregar a passagem vimos um casal se beijar e se despedir, era também a nossa vez. Apertei seu peito forte contra o meu e dei-lhe um beijo doce e forte no rosto, senti um calor intenso juntar nossos corações e baterem, naquele instante, na mesma sincronia. Deixei que me beijasse e senti da mesma forma intensa aquele beijo no rosto, nossas pernas cambalearam pro lado e fixamos o mais forte abraço que podia existir, olhei em seus olhos e só consegui dizer “boa viagem, volta logo”. Havia sido a mais doce despedida que vivi. Fiquei admirando por alguns segundos aquele gesto e recebi um olhar em troca, voltamos a nos abraçar forte e deixei que fosse, para assim ficar mais fácil aquela impossível despedida, fui indo aos passos lentos embora, e ainda consegui acenar pelo vidro, que no mesmo instante foi retribuído, e assim fui aos passos lentos me perdendo no meio daquela multidão que aguardava o próximo ônibus.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Meu Lugar
E foi com aquele sorriso que você me pegou. Aqueles olhos sérios misturados com a aquele semblante misterioso composto por um gosto suave e doce nos lábios; você me pegou. Paixão Angustia Saudades, Dor, Alegria, Felicidade, Prazer, uma mistura de tantas coisas quando ao seu lado, te tocando eu nunca saberia o que dizer. Você me cativou forte, e deixei de ser apenas mais um menino qualquer, passou a ser importante e a viver no meu coração. Nos conhecemos na sua partida, num momento curto da vida em que você precisou ir, precisou mudar, precisou se despedir e eu nem Adeus pude te dar direito, como deveria, mas aproveitei o Maximo de tudo com você no final de semana mais mágico que tive na minha vida enquanto ao seu lado. Agora no meu lugar eu fico a pensar em você, aqui, ali, sei lá o que.
Me pego pensando em que você está fazendo, com quem está e se está comendo, ou bebendo bem, se está numa casinha aconchegante que gostaria de estar dividindo com você e principalmente, se está bem. Estou perdido, perdidamente, perdida á mente apaixonado por você e não sei o verdadeiro motivo, se devo, se posso ou se valerá a pena. Aqui, longe de você, eu sinto sua falta, longe de mim. Não tenho seus braços para me abraçar, seu carinho pra me confortar, sua boca para beijar, seu colo pra deitar. Estou perdido aqui sem você. Estou Perdido. As linhas do céu não parecem fazer nenhum sentindo, as estrelas quando chegam de noite, me trazem apenas as lembranças de uma contagem em vão, e de uma procura pelo trópico de escorpião com você.
Queria na verdade estar ao seu lado, com você, sozinho. No meu lugar hoje eu estou, mas com que sentindo? Sem sentindo, sem você. O que poderia mudar, o que poderia acontecer pelo caminho? Eu estou perdido sem você, sem rumo, sem direção, eu me perdi. Eu espero apenas, ansioso, pela sua volta, pela sua companhia, por você. Eu aguardo com o coração doendo o logo da sua volta, do seu sorriso. Eu estou assustado aqui e sozinho, sem ninguém que posso abraçar, estou perdido. Você se foi e agora está longe de mim. Não há nada que eu possa fazer. Sinto mais vontade de você todos os dias.
Durmo pensando no seu sorriso, e acordo sozinho sem você ao meu lado. Aqueles dois dias foram mágicos, com você me abraçando e me protegendo, disse que estaria me acostumando male enfim, hoje tenho certeza disso. Eu poderia pedir, por favor, eu imploraria, eu cantaria agora mesmo uma canção só para ter você de volta, ou quem sabe para que você voltasse logo para meu lugar, para perto de mim, para eu não ficar mais assim... Quem sabe, tão perdido. No meu lugar.
Me pego pensando em que você está fazendo, com quem está e se está comendo, ou bebendo bem, se está numa casinha aconchegante que gostaria de estar dividindo com você e principalmente, se está bem. Estou perdido, perdidamente, perdida á mente apaixonado por você e não sei o verdadeiro motivo, se devo, se posso ou se valerá a pena. Aqui, longe de você, eu sinto sua falta, longe de mim. Não tenho seus braços para me abraçar, seu carinho pra me confortar, sua boca para beijar, seu colo pra deitar. Estou perdido aqui sem você. Estou Perdido. As linhas do céu não parecem fazer nenhum sentindo, as estrelas quando chegam de noite, me trazem apenas as lembranças de uma contagem em vão, e de uma procura pelo trópico de escorpião com você.
Queria na verdade estar ao seu lado, com você, sozinho. No meu lugar hoje eu estou, mas com que sentindo? Sem sentindo, sem você. O que poderia mudar, o que poderia acontecer pelo caminho? Eu estou perdido sem você, sem rumo, sem direção, eu me perdi. Eu espero apenas, ansioso, pela sua volta, pela sua companhia, por você. Eu aguardo com o coração doendo o logo da sua volta, do seu sorriso. Eu estou assustado aqui e sozinho, sem ninguém que posso abraçar, estou perdido. Você se foi e agora está longe de mim. Não há nada que eu possa fazer. Sinto mais vontade de você todos os dias.
Durmo pensando no seu sorriso, e acordo sozinho sem você ao meu lado. Aqueles dois dias foram mágicos, com você me abraçando e me protegendo, disse que estaria me acostumando male enfim, hoje tenho certeza disso. Eu poderia pedir, por favor, eu imploraria, eu cantaria agora mesmo uma canção só para ter você de volta, ou quem sabe para que você voltasse logo para meu lugar, para perto de mim, para eu não ficar mais assim... Quem sabe, tão perdido. No meu lugar.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Água Gelada
Frio. Piso no chão gelado com meias leves e dor na cabeça, meus olhos seguem passos olhando pro chão, estou aqui tão só, que solidão. O sol, hoje não pintou de amarelo forte com tons de azuis com branco o céu. Neblina. O chão da rua molhado, com as gotas de chuva que caem sem medo de eclodir no chão, espalhando seu suor pelo chão já gelado. Esse cenário se mistura com a saudade que bate no meu coração ao abrir a janela, logo depois de ser acordado pela mensagem doce de quem deixou uma marca no meu coração: "bom dia!" Era só o que dizia quando o 'flip' do celular deslizou nas minhas mãos e logo na caixa de entrada a escrita em linguagem informal. Não sei o que senti. Falta talvez de algo como a verdade que espero todos os dias, ou quem sabe falta daquela mesma mensagem por você. Eu poderia ter te amado para sempre, eu saberia como, mas não voltaremos nesse assunto aqui, estamos falando hoje de quem não passou ainda, ou quem sabe até passou, mas ficou. Ficou aqui dentro, no canto claro do meu coração, com um sorriso cheio de alegria e uma tristesa escondida no sangue, espero apenas a verdade. Olhar o céu hoje me faz lembrar de momentos que vivi intenso num fim de semana, assim como hoje, frio. Queria poder pegar meu lápis de cor e pintar o céu de laranja, num por do sol digno de se ver a dois, assim como as estrelas que pintamos naquele céu escuro. Felicidade, então resumimos isso naquele pequeno gesto de companheirismo. Estamos mudando, e você mudou. Mas nessa vida louca que a gente nunca sabe onde vai dar, vem da nascente fria que corre até chegar ao mar, gelado, e se mistura, e se perde em grande quantidade de azul e verde e assim segue pra frente no fluxo das ondas que quebram na areia molhada e voltam pra casa, até correr todo esse caminho que quem sabe trará de volta o começo do céu, num beijo doce no horizonte que ele aquece o mar.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Constelação
to naquela fase das saudades.
Cheguei de viagem no domingo, estive bem cansado esses últimos dias, valeu a pena porém. Tive várias experiencias novas. Diversas das quais eu jamais pensei que passaria, e o engraçado disso tudo é que tive medo. Ele está sempre perseguindo a gente. E hoje eu sinto saudades. Saudades de tudo que passou e ficou aqui em mim, aqui dentro, no meu infinito que só eu sei, enfim, onde está, e que na verdade nem sei bem onde é, mas perdido e sentido, ali aqui, lá. Em todas as partes, perdido e procurando encontrar, querendo e não querendo, pintando o arcoiris de cores frias no meu singelo olhar para trás e ver que aquilo não passou de uma brincadeira de inverno no sul de minas gerais, num sitio gostoso que marcou história pra minha história e fez do meu livro um capitulo interessante e pronto de ler e não me arrepender do quanto real eu vivi aquele momento. Vivi por mim, vivi por ele, e assim hoje me encontro perdido naquele pensamento estranho de outrora passagem pelo campo molhado na relva sombria daquela grama verde no anoitecer frio onde encontravamos contelações como a o cruzeiro do sul e a trópico de escorpião, fiquei sabendo por fim que ele o encontrou logo mais tarde na noite seguinte da minha partida sozinho. Me deixou querendo ver o que meus olhos aquele dia não conseguiam enxergar por estarem em delirio ao sorriso dele que ali na minha frente me explicava as constelações no céu.
Cheguei de viagem no domingo, estive bem cansado esses últimos dias, valeu a pena porém. Tive várias experiencias novas. Diversas das quais eu jamais pensei que passaria, e o engraçado disso tudo é que tive medo. Ele está sempre perseguindo a gente. E hoje eu sinto saudades. Saudades de tudo que passou e ficou aqui em mim, aqui dentro, no meu infinito que só eu sei, enfim, onde está, e que na verdade nem sei bem onde é, mas perdido e sentido, ali aqui, lá. Em todas as partes, perdido e procurando encontrar, querendo e não querendo, pintando o arcoiris de cores frias no meu singelo olhar para trás e ver que aquilo não passou de uma brincadeira de inverno no sul de minas gerais, num sitio gostoso que marcou história pra minha história e fez do meu livro um capitulo interessante e pronto de ler e não me arrepender do quanto real eu vivi aquele momento. Vivi por mim, vivi por ele, e assim hoje me encontro perdido naquele pensamento estranho de outrora passagem pelo campo molhado na relva sombria daquela grama verde no anoitecer frio onde encontravamos contelações como a o cruzeiro do sul e a trópico de escorpião, fiquei sabendo por fim que ele o encontrou logo mais tarde na noite seguinte da minha partida sozinho. Me deixou querendo ver o que meus olhos aquele dia não conseguiam enxergar por estarem em delirio ao sorriso dele que ali na minha frente me explicava as constelações no céu.
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