to naquela fase das saudades.
Cheguei de viagem no domingo, estive bem cansado esses últimos dias, valeu a pena porém. Tive várias experiencias novas. Diversas das quais eu jamais pensei que passaria, e o engraçado disso tudo é que tive medo. Ele está sempre perseguindo a gente. E hoje eu sinto saudades. Saudades de tudo que passou e ficou aqui em mim, aqui dentro, no meu infinito que só eu sei, enfim, onde está, e que na verdade nem sei bem onde é, mas perdido e sentido, ali aqui, lá. Em todas as partes, perdido e procurando encontrar, querendo e não querendo, pintando o arcoiris de cores frias no meu singelo olhar para trás e ver que aquilo não passou de uma brincadeira de inverno no sul de minas gerais, num sitio gostoso que marcou história pra minha história e fez do meu livro um capitulo interessante e pronto de ler e não me arrepender do quanto real eu vivi aquele momento. Vivi por mim, vivi por ele, e assim hoje me encontro perdido naquele pensamento estranho de outrora passagem pelo campo molhado na relva sombria daquela grama verde no anoitecer frio onde encontravamos contelações como a o cruzeiro do sul e a trópico de escorpião, fiquei sabendo por fim que ele o encontrou logo mais tarde na noite seguinte da minha partida sozinho. Me deixou querendo ver o que meus olhos aquele dia não conseguiam enxergar por estarem em delirio ao sorriso dele que ali na minha frente me explicava as constelações no céu.
Cheguei de viagem no domingo, estive bem cansado esses últimos dias, valeu a pena porém. Tive várias experiencias novas. Diversas das quais eu jamais pensei que passaria, e o engraçado disso tudo é que tive medo. Ele está sempre perseguindo a gente. E hoje eu sinto saudades. Saudades de tudo que passou e ficou aqui em mim, aqui dentro, no meu infinito que só eu sei, enfim, onde está, e que na verdade nem sei bem onde é, mas perdido e sentido, ali aqui, lá. Em todas as partes, perdido e procurando encontrar, querendo e não querendo, pintando o arcoiris de cores frias no meu singelo olhar para trás e ver que aquilo não passou de uma brincadeira de inverno no sul de minas gerais, num sitio gostoso que marcou história pra minha história e fez do meu livro um capitulo interessante e pronto de ler e não me arrepender do quanto real eu vivi aquele momento. Vivi por mim, vivi por ele, e assim hoje me encontro perdido naquele pensamento estranho de outrora passagem pelo campo molhado na relva sombria daquela grama verde no anoitecer frio onde encontravamos contelações como a o cruzeiro do sul e a trópico de escorpião, fiquei sabendo por fim que ele o encontrou logo mais tarde na noite seguinte da minha partida sozinho. Me deixou querendo ver o que meus olhos aquele dia não conseguiam enxergar por estarem em delirio ao sorriso dele que ali na minha frente me explicava as constelações no céu.
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